Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro, morre aos 68 anos
Maior pontuador da história do país e ídolo mundial, o “Mão Santa” deixa legado eterno no esporte
O ex-jogador Oscar Schmidt, maior nome da história do basquete brasileiro, morreu aos 68 anos. Ícone do esporte mundial, o “Mão Santa” marcou gerações com seu talento, personalidade marcante e uma capacidade de pontuar que o colocou entre os maiores atletas de todos os tempos.
Oscar construiu uma carreira histórica, com mais de 49 mil pontos, sendo por muitos anos o maior cestinha da história do basquete mundial. Sua trajetória inclui passagens por clubes no Brasil e na Europa, além de uma relação inseparável com a seleção brasileira, pela qual disputou cinco Jogos Olímpicos e protagonizou momentos inesquecíveis.
Nascido em Natal, em 1958, ele foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no país, transformando o esporte em fenômeno durante as décadas de 1980 e 1990.
Apelidado de “Mão Santa” pela precisão nos arremessos, Oscar também ficou conhecido por decisões marcantes fora das quadras — como recusar jogar na NBA para continuar defendendo a seleção brasileira em competições internacionais.
Ao longo da vida, enfrentou uma batalha contra um câncer no cérebro diagnosticado em 2011, tema que abordou publicamente diversas vezes com franqueza e coragem.
Reconhecido mundialmente, foi incluído no Naismith Memorial Basketball Hall of Fame, consolidando seu nome entre os maiores da história do esporte.
A morte de Oscar Schmidt provoca comoção no Brasil e no mundo esportivo. Mais do que números, ele deixa um legado de paixão, entrega e identidade com o basquete — sendo, para muitos, o maior jogador que o país já viu.

